No Sertão Ouço O Gemido De Uma Alma Poética
No Sertão O Poeta Enfrenta O Cálice Da Lágrima
No Sertão Observo A Escrita Em Uma Noite Enegrecida,
Negra Noite De Trevas,
Negra Noite Como Mil Noites Sem Luar.
No Sertão O Poeta Enfrenta O Cálice Do Sofrimento,
Sofrimento Envolto Ao Tormento E Uma Voz A Suplicar.
No Sertão O Rosto Em Pranto Personifica O Trágico Fim,
Trágicos Versos Finais De Uma Fina Poesia,
Composição Lírica De Um Senhor Intérprete Da Vida.
No Sertão Ouço A Canção Do Desespero,
Envolto Ao Medo, Medo Do Amanhã Não Mais Existir.
No Teu Falar Observo O Quanto És Sensível,
Sensibilidade Que Abrasa E Insana,
Insanidade Que Sacia A Excassez Em Meu Interior.
Poeta Da Vida Não Te Afaste Do Teu Sofrimento,
Sofrimento Envolto Ao Tormento E Uma Voz Que Vai Se Perdendo,
Perdendo De Tanto Suplicar.
Poeta Da Vida Não Te Afaste Da Sombra Da Morte,
Morte E Sua Sombra Versando O Drama,
Versando O Mal Que Há De Recair.
Poeta Da Vida Não Te Afaste Da Angústia,
Angústia Capaz De Entender O Encanto Do Dessabrochar De Uma Flor.
Poeta Da Vida Não Te Afaste Do Teu Cálice,
Não Te Assombres Com O Trágico Fim,
Não Te Afaste Dos Cravos E Do Madeiro,
Não Te Afaste Do Amor Que Tens Por Mim.
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