Até Pouco Tempo Eu Não Acreditava na Vida
A Morte Para Mim Parecia Ser a Única Saída
O Cárcere da Angústia Escancarava
A Ferida Ainda Não Cicatrizada
E o Valente Sem Alma As Flechas Fincava
Em Meu Corpo Que Pelo Chão Se Arrastava
E Minha Voz Enfraquecida Ainda Soluçava
O Desespero Em Uma Nota Embargada
Até Pouco Tempo Eu Não Acreditava
No Sentimento Impresso Em Uma Lágrima
Onde Eu Posso Sentar-me e Atentamente Observar
O Nascer De Um Novo Dia
Até Que O Novo Mudou a Minha Perspectiva
Onde Posso Sorrir Sem Disfarçar a Minha Alegria
Alegria de Acreditar na Vida,
Vida Onde o Fim Não É o Fim,
O Fim É Sim o Amanhã Que Se Inicia.
Muito legal essa poesia.
ResponderExcluirNossaaa!!! Muito bacana ^^
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